A Comida Não Cai no Ninho
Dia desses li uma frase que chamou minha atenção. “Deus alimenta os pássaros, mas não joga a comida no ninho”. A frase evoca uma bela imagem. As oportunidades estão por aí, à nossa volta.
Temos que erguer a cabeça e olhar ao redor. O primeiro passo consiste em entendermos que o mundo não se restringe ao conforto e à segurança de nosso ninho. Aliás, essa segurança é ilusória: nem mesmo o ninho é capaz de nos proteger das aves de rapina e dos vendavais.
A segunda coisa a fazer é tomar coragem e aprender a voar. Por mais assustador que isso possa parecer no início, é somente ampliando nossa zona de conforto que poderemos ter acesso às infinitas oportunidades de crescer e de prosperar. Afinal, a comida não cai no ninho. Pelo menos, não no ninho de um pássaro adulto, que ainda não descobriu o poder de suas próprias asas.
Escrito por Ricardo Bellino, editado por Michel Paiva.
Sorte De Vendedor
A grande maioria dos Vendedores de hoje já não se lembra mais de como começaram suas carreiras e como chegaram até este momento, sabem apenas que não foi tão fácil como imaginavam, mas que certamente foi prazeroso, pois o vendedor tem prazer pelos desafios.
Ouvimos sempre, algumas pessoas dizerem que desistiram da profissão de vendedor porque não se adaptaram aos afazeres árduos e diários, da busca incansável de cumprimento de metas e objetivos.
Em compensação aqueles que amam vender, tem convicção de não se imaginarem fazendo outra coisa, pois parece que o dia a dia de planejar o mês, as semanas, os dias e até as horas não faria sentido, para satisfazer a sua ambição de conseguir desbravar novos horizontes nas suas estatísticas, e ao contrario do que muitos possam imaginar a satisfação do profissional de vendas não é ligada à possibilidade de ganho, ou da comissão ou ainda da premiação, ela é calçada na conquista, na luta diária dos desafios, na superação e todos os ganhos pessoais serão conseqüência.
É triste saber que ainda nos dias de hoje muitos tentam a profissão de vendas sem saber exatamente do que se trata, sem saber que o aprendizado é constante e a busca interminável, sem ainda ter a noção básica que a disciplina para ser vendedor, talvez seja o quesito mais importante, o que não pode ser confundido com flexibilidade, pois, este profissional une essas duas características a todo instante e talvez seja isso que faz com que algumas pessoas deixem a profissão.
Não estamos mais nos dias de imaginar que o vendedor tem “Dom para Vendas”, isso se dizia no passado hoje os profissionais de vendas tem que ter características treinadas, não se faz mais nada empiricamente, não se pode ser bom apenas com “Dons” ou características pessoais, apenas se chega ao sucesso, com dedicação e aprendizado, formados na disciplina e na flexibilidade, quando se tem atributos pessoais que facilitam a formação homem de negócios, estes terão ainda que ser cunhados para em busca das suas conquistas.
Quem vê o vendedor de fora, não consegue imaginar sua dedicação para alcançar aquele espaço, seus dias forjados em estudo e doação própria para chegar ao patamar onde está sendo visto, por isso, chamar de sorte o sucesso de um homem de vendas, é sem dúvida uma grande ofensa ao seu esforço, porque a “sorte” do vendedor é a sua busca de respostas para as perguntas diárias, numa profissão que não tem área de conforto algum, porque metas cumpridas fazem parte do passado e metas a cumprir o esperam no instante seguinte.
A pressão sobre os resultados é constante, a visão empreendedora é uma constante a astúcia é exigida nos detalhes isso sim explica porque os postos mais altos da profissão de vendas pertencem àqueles que por ele se esforçam, sem esperar pelo acaso, pois em Vendas, assim como no mundo nenhuma conquista, é fruto do acaso.
Consultado em http://www.aosucessocomvoce.com.br em 01/10/08 às 18:15, editado e adaptado por Michel Paiva.
A Velocidade dos tempos em Vendas
Estamos vivendo dias em vendas que nos fazem aprender em um curto espaço de tempo.
No passado as coisas valiam por mais tempo, parece que nós tínhamos mais tempo para tomar decisões, mudar estratégias, formar opinião a respeito dos nossos relacionamentos com nossos clientes. Hoje temos tudo numa velocidade muito maior, até a vida parece passar mais rápido, o nível de exigência é muito maior e as informações nos chegam de forma instantânea, numa quantidade incrível, deixando-nos confusos até para selecionar essas informações que muitas vezes acabam por nos confundir.
Difícil nos dias de hoje é “garimpar” informações que tenham utilidade, num espaço de tempo real tão curto. O que tínhamos no passado eram informações mais trabalhadas o que nos fazia pensar para tirar conclusões e agir. Hoje agimos sobre as informações e tiramos conclusões sob seus efeitos, pois o que é uma verdade nesse momento, no próximo instante pode se tornar não mais praticável.
O profissional da área comercial tem que estar muito atento e preparado constantemente para as mudanças de cenário de atitude, saber “garimpar” e tirar proveito das informações, atualizar-se e treinar o raciocínio, pois hoje em dia é com ele que se vende, é com o esforço do cérebro que se alcança resultados.
Muitas vezes vemos profissionais dedicados na área de vendas, que se esforçam vivem fora de horário de trabalho em seus afazeres apenas usando sua boa intenção e sua dedicação pessoal e física, porém esquecem-se de se adaptar aos novos desafios que o dia a dia nos propõe.
Temos não a necessidade, mas a obrigação da utilização da tecnologia a nosso favor e não se aceita mais o profissional em vendas resistente às novas tecnologias, aqueles que dizem “eu não consigo”, “eu não me adapto”, “eu sou à moda antiga”, todos esses estão se afastando da área comercial moderna e atuante dos dias de hoje. Se nos vermos nessas condições é hora de repensar nossa profissão.
No passado não muito distante, se dizia que o cliente era o “REI” e nós da área de vendas tínhamos que estar com nosso FOCO nele, observando suas necessidades e fazendo o que ele pedia.
Hoje o cliente não nos pede mais nada e ele não é mais o “REI”, é muito mais do que isso e nós não mais observamos e sim procuramos viver sua necessidade para estar no FOCO do cliente, em análise temos que nos preparar para o que virá da posição da ótica dele.
Como todos sabem não vendemos absolutamente nada, fazemos mais do que isso, suprimos necessidades e para isso temos que estar preparados e atentos ou estaremos mais uma vez tentando vender algo para alguém.
Consultado em http://www.aosucessocomvoce.com.br em 01/10/08 às 18:16 e adaptado e editado por Michel Paiva
Foco na Solução ou na Causa?
Há dias em que paramos para pensar, no quanto poderíamos melhorar nossas vidas e nesses dias fazemos planos e pensamos nos erros que cometemos em momentos importantes da nossa vida, mas será que tiramos conclusões com honestidade a nosso respeito?
Se fizermos uma análise minuciosa do que pensamos a nosso próprio respeito, perceberemos quantas vezes fomos capazes de tentar enganar a nós próprios, parecendo que tudo que não deu certo até agora, foi fruto de algum motivo fora do nosso controle e sempre teve uma causa que em muitas ocasiões nos deixou vulneráveis ao acontecimento, ou seja, acabamos ficando estarrecidos e sem reação para mudar as coisas.
Não podemos viver em um mundo de conseqüências sem causas, temos que reagir e procurar verificar o que aconteceu e quando erramos para estarmos nas condições em que nos encontramos.
Nas empresas acontece a mesma coisa, em grande parte delas o grande desafio parece ser como dizemos popularmente, “apagar incêndios”, e vemos o tempo todo, profissionais muitas vezes brilhantes buscando saída para os problemas que envolvem alternativas para causas desconhecidas, perderem seus tempos focados na solução de problemas redundantes que acabam por minar a capacidade de desenvolvimento da empresa e de seus profissionais e quando se trata da área comercial, fica comprometida, todo o vigor do negócio, porque o foco está desviado para a solução constante de problemas.
Nosso foco na vida, assim como nas empresas deve estar na causa dos problemas o que não é fácil de identificar, pois demanda uma grande dose de humildade, coragem dedicação e entrega pessoal na direção da verdadeira solução das dificuldades que parecem não ter fim.
Existem pessoas que acreditam que “o foco não pode estar no problema e sim na solução”, mas apenas pensar desta forma não vai solucionar verdadeiramente. Podemos por um momento aliviar as conseqüências, mas efetivamente eliminar a incidência das dificuldades, o foco tem que ser mais profundo e chegar até a causa, para que não se repita em episódios redundantes e que não nos proporcionam aprendizado.
Nosso verdadeiro foco deve estar no VENCER e jamais no lutar, pois isto nos faz perder forças. Só ganhamos experiência quando experimentamos e nos livramos do que é ruim e aí sim aprendemos como fazer para ser melhor. É nas causas dos problemas que estão gravados o SIM e o NÃO e aí iremos aprender como usar cada um deles, aumentando assim nossa confiança para VENCER.
Todos sabem que de tudo se tira um grande proveito e nos momentos de dificuldade, é onde mais se aprende e se tira proveito.
Profissionais devem ter seu foco e seus pensamentos voltados para frente e não podem perder tempo tentando achar culpados para aquilo que não deu certo.
Quando algo de errado acontece, parece que as pessoas ficam preocupadas em ter alguém ou alguma coisa para explicarem o que aconteceu e esquecem-se da verdadeira causa inicial que acabou culminando no problema ou então, tentam inutilmente soluções paliativas para o momento sem que tenham preocupação com as conseqüências delas.
Enfim, problemas todos possuem e solucioná-los é necessário, para que haja crescimento e desenvolvimento, não adiantam soluções temporárias, somente as definitivas darão experiência e segurança da continuidade.
Na área comercial esses problemas têm extensões devastadoras para os negócios e esses profissionais devem trabalhar com tranqüilidade e principalmente com raciocínio para suplantá-los.
Mudanças devem ser uma constante em nossa vida pessoal e profissional e mudar de atitude significa crescer e conhecer novos horizontes a cada momento, portanto flexibilize sua forma de enxergar sua vida, sua carreira e principalmente seus problemas!
Fonte de pesquisa http://www.aosucessocomvoce.com.br em 01/10/08 às 18:11, adaptado e editado por Michel Paiva.
Perguntar, uma chave para o SUCESSO!
Na área de vendas só existe uma forma de estar alinhado com as necessidades mais recentes dos clientes: PERGUNTANDO!
Perguntar é sem nenhuma dúvida a forma mais antiga de aprender e saber as coisas que nos dizem respeito, mas ainda nos dias atuais vemos constantemente pessoas inferindo (achando) as coisas e na maioria das vezes, infelizmente, errando sem necessidade.
Alguns deixam de perguntar por arrogância de acharem que sabem o bastante para não perguntar, outros por pura falta maturidade e o que ocorre é que os experientes na teoria acabam nivelados àqueles que apenas iniciam na área de vendas. Os profissionais perdem clientes e na correria do dia a dia esquecem-se de perguntar o óbvio ao cliente, o por que de ter acontecido.
Será que os profissionais de vendas já se deram conta do quanto é difícil recuperar um cliente perdido? E quando se fala em cliente, não podemos entender apenas o pedido, ou a compra. Quem sabe o quanto teria sido útil perguntar antes que tivesse acontecido o desastre de se perder o relacionamento que demoramos para construir.
Vemos a toda hora empresas que treinam seu pessoal em busca de novos clientes, com seus poderosos e bem equipados TELEMARKETING que tem um vendedor bem treinado (em suas opiniões), em busca daquele novo cliente ou de transferir o cliente da concorrência para ele ou ainda equipes de vendas, com profissionais chamados de consultores comerciais que abordam outras empresas e consumidores com grandes estratégias de marketing e sequer perguntam absolutamente nada a esses prospects, para pelo menos humildemente saber o que podem oferecer que seria atrativo ou objeto do desejo deles.
Pior que este cenário é o de raramente algum de nós que já somos clientes deste ou daquele fornecedor ou ainda de vários deles e não receber um contato nos perguntando o que pode melhorar para nos servir melhor. Ora o vendedor também é cliente e também gosta de ser bem atendido com perguntas rápidas de satisfação, que tornam as pessoas importantes a ponto de se sentirem satisfeitas somente com o fato de lhes perguntarem algo, ou até de se sentirem importantes nesse processo.
Claro que este comportamento não é unânime, mas é comum e não pode fazer parte de uma simples estratégia, pois o verdadeiro homem de vendas segue atrás de constantes informações de melhora.
No passado participei de muitas convenções de lançamentos de produtos e serviços nas empresas que passei, com todo o glamour e pompa que as empresas colocam nesses eventos, mas em pouquíssimas oportunidades as empresas fizeram perguntas aos vendedores com antecedência, suas opiniões à respeito deste ou daquele lançamento e sinto ainda dizer que não existem culpados para este fato apenas que a pergunta não foi feita porque não tiveram idéia de fazê-la devido mais uma vez à correria diária.
No entanto vemos grandes e pequenas organizações investindo no aporte de novos clientes e poucas procurando manter os seus através das perguntas, tão importante na área de vendas.
Exercite-se em perguntar, certamente sua vida vai mudar e como conseqüência, MELHORAR.
Consultado em http://www.aosucessocomvoce.com.br em 01/10/08 às 18:15.
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